O quadro acima retrata o Rei católico polonês Jan Sobieski III na vitoria contra os muçulmanos na batalha de Viena no ano de 1683.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Abaixo assinado contra um aumento político moralmente incorreto.





Na cidade de Araraquara estão sendo coletadas assinaturas contra o projeto de lei dos vereadores locais, que propugnam um aumento salarial de 60%.


Embora isso seja feito de acordo com a lei e sem qualquer ilícito jurídico, os araraquarenses, a exemplo dos demais brasileiros, já não mais suportando as intermináveis notícias de desvios de bilhões do erário público, interpretam tal iniciativa como abusiva e incorreta.
Nosso regime é republicano e sua mentalidade, oriunda da Revolução Francesa, socialista. Em suas memórias, Alexis de Tocqueville afirma: “O socialismo permanecerá como o caráter essencial e a lembrança mais temível da revolução de fevereiro” (p. 117), e também que a primeira atitude da burguesia no poder no lugar os príncipes é instaurar benefícios para si onerando demasiadamente o erário público. “Assim, a burguesia não só se tornou a única dirigente da sociedade, mas também se converteu em sua arrendatária. Alojou-se em todos os cargos, aumentou prodigiosamente seu numero e habituou-se a viver quase tanto do tesouro político quando de sua própria indústria.”( Lembranças de 1848 – as jornadas revolucionárias de Paris. Companhia das Letras, 2011, pag. 43).
No Império Brasileiro com o regime monárquico não havia esse assalto ao erário. Além de dar péssimo exemplo transformando o povo brasileiro em ladrão e adúltero, a república também vem destruindo a propriedade privada com impostos insuportáveis.
Voltando ao abaixo assinado, em duas semanas foram reunidas em Araraquara mais de quatro mil assinaturas, número que chegará facilmente aos 15 mil esperados para a iniciativa de lei popular, porquanto o povo também tem a prerrogativa de propor leis de acordo com a Constituição Federal.
Mas por que se opor à transgressão do Mandamento “não roubar”, no caso do desproporcionado aumento dos vereadores, e não o fazer também no tocante ao aborto e ao “casamento” homossexual, os quais contrariam os Mandamentos “não matar” e “não pecar contra a castidade”, sendo que este último é pecado que sobe aos céus e clama a Deus por vingança?
Por outro lado, se numa cidade com 200 mil habitantes, com várias igrejas, muitos padres e freiras, além de uma vasta liderança católica leiga, apenas três pessoas puderam coletar quatro mil assinaturas num tempo tão curto, por que não se coletar uma só assinatura contra o aborto e o casamento homossexual, que ofendem muito mais a Deus do que o aumento salarial de vereadores?

                  E os católicos araraquarenses, o que fazem para defender a fé cristã? Vejamos:


                 A pastoral “Fé e Política” vinculada a Igreja Católica convidou para a abertura de seu curso o “católico” deputado estadual Edinho Silva do PT, cuja cristianofobia vai desde apreensão de folhetos contra o aborto até apoiador de passeatas homossexuais. “O curso que tem como articulador o diácono Ulisses, está sendo organizado em Araraquara pelo movimento Maranata e envolve 40 pessoas.” (Jornal O Imparcial de 01/05/2012, pag. 3).

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