O quadro acima retrata o Rei católico polonês Jan Sobieski III na vitoria contra os muçulmanos na batalha de Viena no ano de 1683.

sábado, 3 de março de 2012

Católicos canção nova celebram coelhinho na Pascóa


Na cidade de Araraquara – mais precisamente na paróquia de Nossa Senhora Aparecida – será celebrada uma Páscoa nem um pouco tradicional. (http://nsenhoraparecida.com.br)

Para quem está desinformado, Araraquara é a cidade da ex-primeira dama do Brasil Ruth Cardoso, onde ela e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acompanharam palestra do comunista Sartre na década de 1960. É também berço de José Celso Martinez Corrêa, teatrólogo de orgias e, curral eleitoral de Edinho Silva Presidente do PT de São Paulo e estrela cadente da Canção Nova, que perdeu seu programa depois que os protestos via internet atingiram um ápice.



Será que a Canção Nova não sabia que este político esquerdista mandou apreender 2 milhões de panfletos contra o aborto na eleição de 2010, e que, como Prefeito de Araraquara, começou a revolução homossexual com a semana do orgulho homossexual com passeatas e simpósios?

Conforme o cartaz acima, a paróquia do Padre Nelson Ramos celebrará a Páscoa este ano com um convidado da Canção Nova cujas músicas nada têm a ver com a sacralidade e beleza do canto gregoriano. Mas não é só isso. Segundo menciona o referido cartaz, a Páscoa terá um convidado especial: o coelhinho. Pois é, como se já não bastasse o Natal, em que o Papai Noel já substituiu o Menino Deus, os nossos padres agora estão colocando o coelhinho da páscoa no lugar de Cristo agonizante, flagelado, coroado de espinhos e crucificado.

O padre Nelson faz parte dos párocos araraquarenses que durante o governo Edinho nunca emitiram uma nota sequer de reprovação à revolução homossexual. Mas foi além. No ano de 2009, quando o Padre Fábio de Melo fez seu show no mesmo dia da parada homossexual, o jornal “Tribuna Impressa” estampou a seguinte notícia:  “A principio, padre Nelson Ramos, da igreja Nossa Senhora Aparecida, organizadora do show do Padre Fábio de Melo, afirma não ver nenhum problema de os dois eventos serem realizados no mesmo dia e em locais próximos. ‘Não acredito que vá atrapalhar o show’, diz ele. O pároco foi democrático ao opinar sobre o evento. ‘É importante para eles [os homossexuais] buscarem seus direitos’, avalia. ‘Depois da abertura, claro, quem quiser participar do show será bem vindo’, responde. O objetivo não é meramente comercial, defende  o padre. ‘É uma forma de fazer a evangelização pela sua canção, pela pregação, para ter contato com Deus e enriquecer ainda mais a fé com a chegada do natal’ ”, conclui. (“Tribuna Impressa”, 28/11/2009 – página 2).

Há de se rememorar que o Padre Fábio de Melo, estrela ainda não cadente da Canção Nova, defendeu o casamento civil de homossexuais, bem como que os católicos não poderiam falar do aborto na época das eleições (“Folha de S. Paulo”, 30/10/2011). Imagine então o tipo de evangelização e pregação o pároco Nelson Ramos dá aos seus fiéis. Ensinar que o pecado do homossexualismo e do aborto são pecados que clamam aos Céus e a Deus por Vingança, por exemplo, não deve fazer parte de sua evangelização.

Por causa da heresia modernista – precursora do atual progressismo – os católicos perderam a noção de sacrifício da missa, que virou um “abana-braço” festivo, distanciando os fiéis da noção de que Deus se fez homem e padeceu na cruz para nos livrar com o seu precioso sangue da perdição eterna que mereceríamos por sermos tão miseráveis e pecadores.

Não é à toa que Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu a Santa Faustina Kowalska e afirmou: “As almas se perdem, apesar da Minha amarga Paixão. Estou lhes dando a última tábua de salvação, isto é, a Festa da Minha Misericórdia. Se não venerarem a Minha misericórdia, perecerão por toda a eternidade”.

Por isso é que, ao invés de venerarem o coelhinho da Páscoa, os católicos deveriam ler o Diário de Santa Faustina Kowalska e venerar corretamente a Festa da Misericórdia Divina, que acontece agora na Páscoa. Caso contrário, como foi dito a Santa Faustina, correrão o risco de perecer por toda a eternidade.

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